What will it be like when I get old
Will I still hop on my bike
And ride around town
Will I still want to be someone
And not just sit around
I don’t want to be like other adults
Cause they’ve already died
Cool and condescending, fossilized
Will I be rich will I be poor
Will I still sleep on the floor

What will it be like when I get
What will I be like when I get
What will it be like when I get old

Will I still kiss my girlfriend
And try to grab her ass
Will I still hate the cops and have no class
Will alll my grown up friends say
They’ve see it all before
They say hey act your age and I’m immature
Will I do myself proud or only what’s allowed
Will I sit aroung and talk about the old days
Sit around and watch TV
I never want to go that way
Never burn out not fade away
As I travel through my time
Will I like what I find

Faço 30 aninhos nessa quinta, a comemoração será no Demas & Divas no sábado, quem quiser ir é só me ligar. ;)

Nem falo nada, só dou o link e vocês mesmos ouçam.

Ai meu coraçãozinho!

Amanhã tem A-ha, conto depois como foi.

Passada a euforia pós-Radiohead, era hora de repousar no domingo no conforto do lar. Amiguinhos, pipoquinha salgada, tempinho chuvoso, showzinho do Radiohead ao vivo na Multishow. Que maravilha de-meu-deus!

Com pé atrás, começamos a ver a parada. Digo pé atrás, porque os horários tavam todos tronxos em relação aos marcados pela produção dos shows.

Cara, que merda foi a transmissão da Multishow, bicho. Que edição bunda rachada, cara. Porra,se eu tivesse feito, provavelmente faria melhor. Além do show não ser “ao vivo” – e sim “gravado ao vivo” – eles cortaram a porra toda, tudo muito feio. Depois do show do Los Hermanos , a transmissão do outro show  já começaram com a música do Kraftwerk que eu nunca SABIA o nome, agora eu já sei: “Model”. Uma salva de palmas pra Multishow. Graças à ela, eu também vi a cara do substituto do Florian Schneider, Stefan Plaffe. Porra, nada mal MESMO! :9

Parabéns Multishow, merece um peixe!

Por falar em Multishow e Florian Schneider, vamos relembrar The world most amazing vergonha alheia video:


(Valeu Chiveta!)

Gente, agora é sério. A Multishow, fosse uma pessoa, mereceria ovadas com ovos podres. Mas como é uma emissora da Globosat, recebeu um email bem filha da puta dessa que vos fala. Agora diga você, tem cabimento uma transmissão “ao vivo” começar depois do evento começar, e terminar antes dele acabar? Sem contar as músicas que foram CORTADAS, como Karma Police por exemplo.. Pô, não tiveram nem a coragem de colocar alguém que conhecesse a banda pra fazer a tal edição. O pior não é nem isso. O pior é interromper a porra da transmissão pra passar Big Brother “ao vivo” – Ahn? Será?- Ah, não ferra, cara. Se eu quisesse ver essa masturbação mental (Já dizia Gorilla Biscuits) era só pagar a porra do canal e pronto.

Até rolaram umas materiazinhas legais entre um show e outro. Nessas matérias que eu fiquei sabendo que a iluminação do Radiohead gasta apenas 30% do que seria gasto normalmente e as luzes na verdade são ledzinhos. Muito engraçada a entrevista do Los Hermanos também: “Quer falar alguma coisa?” “Não, não.” Respondeu Camelo pro Edgar. Caralho, morri de rir. Mas… Nunca mais, bicho.

Uuuuuh!

Acho que foi o verso que cantamos com mais dedicação e altura nesse show.

C-A-R-A.

Sem palavras. E olha que eu vi de longe, hein? Tudo pequeno. Mas tava tudo ali, vi tudinho. EU VI xilofones com delay, pedais, plugues, a porra toda. Mas vamo começar do começo.

O tempo tava meio barro/tijolo, não dava pra se ter uma idéia se ia chover ou não. Passando pela Uruguaiana – nunca subestime seu poder – no centro do Rio, entrei numa lojinha de guarda-chuvas que paquero há certo tempo:

“Tem capa de chuva?”

“Tem, sete prata cada.” Disse o cara sem levantar os olhos fissurados no seu notebook.

“Posso ver?”

“Ah, e tem descartável também. Três reais.”

“Opa, quero quatro dessas então.”

Com toda a ironia que houver nessa vida, perguntei já pegando o dinheiro pra pagar: “Será que vai chover?”

“Se deus quiser.”

“Hehe, eu precisava mesmo era de um arco-íris.”

Sem entender nada e ignorando meu comentário, o bruto pegou o dinheiro e voltou a sua provável labuta orkutal.

Torcendo pra chover pelo menos um pouquinho – afinal de contas, eu tinha capas de chuva, não só para mim, mas para todos os meus amigos! – fui de encontro aos respectivos para partirmos rumo à passarela do samba.

Vários roqueiro-come-lixo saíam do metrô na estação da praça onze, como baratas saindo do bueiro, as de casca escura (afinal de contas, todas elas são brancas – mas isso é assunto pra outro post), seguindo o fluxo até chegar ao destino. Uma coisa interessante é que apesar das três barreiras de seguranças, eles tavam meio que cagando pras revistas. Para os adoradores de Jah, um prato cheio. Achei muito bonitinho e fofo o cordão de isolamento humano, que tinha antes da última pista a ser atravessada. Enquanto o sinal estava aberto para os carros, a “corrente humana” segurava as pessoas para os carros passarem, e quando a o sinal fechava para os carros, a corrente abria-se e se formava na frente deles, evitando que algum louco, fosse o caso, atropelasse a marcha-dos-pingüins-dormem-sujos em direção a dispersão.

Cerveja cinco reais. Baratinho. Coca? Cinco pratas. Dado. Cachorrinho quente sem-vergonha, sete mangos (só faltou o saquinho de alfafa). Fazer o quê, né? E nada de chuva, que inferno.

Como tava meio vazio, nos colocamos numa posição um tanto privilegiada, boa visão do palco e telões, só não sabia até que momento… Às 19 horas em ponto Los Hermanos com a cara de bunda mais larga ever, entra no palco. Gostei da camisetinha do Amarante – a La Miami Vice – o corte de cabelo interessante aliada a uma simpatia quase forçada, dava um look manero. Camelo a merma merda de sempre, com uma barriguinha apesar de simpática, sobressalente e visível sob a blusa.

Apesar dos hits, o show foi bem ruim pra mim. Som? Uma merda. E digo mais: digo que foi um show protocolar, algo que eu esperava, infelizmente. Todo mundo brocha e sem saco. Cantei as musiquinhas, né? Afinal de contas gosto desses putos. Cantei as musiquinhas, e em coro com meus confrades apreciadores, fui obrigada a gritar “aumenta, aumenta” pra ver se o engenheiro de som se mancava e empurrava o volume pra cima.

Muito calor, e eu chateada por não usar – e não distribuir aos meus amigos – as capas de chuva. Porra, ia tirar mó onda… :(

Motivada pela chatura feminina alheia, antes do show dos Kraftwerk, nos mudamos de estadia. Fomos para a arquibancada e eu cá pensava com meus botões “se lá eu não tava vendo nada, agora fudeu. Por isso que eu gosto de ir a show sozinha, puta merda”. Resmunguei mentalmente. Mas, ao chegar a tal arquibancada, tive de dar meu braço a torcer, pois a visão era bem mais ampla mermo. Lugarzinho pra sentar, fresquinho, cervejinha e risadas aleatórias realmente é muito bem-vindo. Tirando um grupo de aleatórios que não tinham noção de espaço e música, estacionados bem na nossa frente, tivemos boa visão do show.

Nunca piro no som dos robôs-gente, mas gostei de assistir ao show. Preferiria sintetizadores ao invés de notebooks, mas tá valendo. Imagens sincronizadas a um PUTA SONZÃO foi um show à parte. Tocaram aquela clássica, que eu jamais sei o nome, mas que toca nas nights da vida até os dias de hoje e mais umas bem interessantes que eu não conhecia. Meus amigos acharam chato, mas nem achei.

Enfim, acabado o show dos chucrutes, é hora de ir ao banheiro e pegar outra cerveja – grátis, facada.

Tinham dois tios perto da gente fazendo uns comentários bacanas entre uma música e outra do Kraftwerk, o que me chamou a atenção, já que o nerd falava com propriedades de conhecedor profundo da banda, much respect. Infelizmente, a raça masculina é dotada de tamanha palhacice (ou seria superego?) que subestima a inteligência feminina, achando que qualquer ameaça de interesse em assuntos efetivamente masculinizados é sinônimo de “dar mole”, lamentável.

Após 40 minutos de espera – normal – entra Radiohead no palco. Quanta emoção. Ainda mais quando lembrei que Thom Yorke vomitou em mim. Começou com uma porrada na cabeça, “15 Step”, já deixando geral muito bolado de cara. Tava lá eu em puro êxtase, após a execução de “Karma Police”, coloquei as mãos na cabeça e gritei “Thom Yorke filha da puta!!” que foi a deixa ideal pro bruto chegar – o bruto que me viu prestar atenção nos seus comentários sobre o Kraftwerk -  e me encher o saco, até que sem paciência alguma,  fiz um sinal de positivo pro maluco e sem olhar pra ele, disse: “Valeu valeu, vamo ver a parada” Ah porra, quer pegar mulé vai pra micareta. E tenho dito.

Voltando, pô cara, que coisa fantárdiga esse show. Tocaram o “In Rainbows” todo, intercalado com quase todos os hits da banda. Musicalmente falando, perfeitos: todas as nuances, camadas, barulhinhos que são ouvidos no conforto do seu headphone, puderam  ser ouvidos com clareza lá. Uma observação só, não me matem: Achei “Bodysnatchers” meio lenta. Não foi nada de tom, que tava na medida, foi coisa de pitch, sabe Deus err… ou melhor, Jonny Greenwood (risos) porquê. Visualmente, sem comentários. Imagens sensacionais feitas com mini câmeras estrategicamente colocadas próximo de cada músico e seus instrumentos, com uma supervalorização de layers (não sei se este seria o termo correto) o que deixavam as imagens diferentes do convencional. Sim, eu vi Greenwood plugando e desplugando aquela porra toda e tocando xilofone divinamente em “All I Need”. 215485741874154 luzes strobo, sem contar a criatividade do iluminador deles, que é comprovadamente sem tamanho. Uma das partes que me arrepiaram da cabeça aos pés, foi a performance de “Weird Fishes/Arpeggi” que com a iluminação, parecia que eles estavam no fundo do mar MESMO. A música é do Thom Yorke, e fala sobre ele estar no fundo do mar sendo comido por peixes e vermes. Outro momento inesquecível foi “No Surprises” que vi meus amigos abraçados chorando. Não chorei dessa vez, mas abracei eles também.

National Anthem, vê legal aí e morra de inveja.

Faltou música, né? Sempre falta, faz parte.

“Paguei cem reais pra ver. Pagaria duzentos sem pestanejar.” Pensei eu, durante marcha dos pingüins e na odisséia desvairada pra arrumar um táxi pra voltar pra casa, já que o trabalho me esperava às seis da matina.

E não choveu.

***

Que venha o A-HA na quinta!

Piada velha, mas muito sagat.


Explicarei.


Há um certo tempo atrás, existia uma danceteria clássica aqui no RJ, chamada Bunker 94. Frequentada por toda putada carioca que se montava – sério – só pra impressionar o sexo oposto (ou o mesmo sexo na maioria das vezes). Fui muito a Bunker nessas andanças de-meu-deus, dancei muito, ri muito, fiz besteira (muito também, beirando à merda quase) lá dentro daquela porra. Ah, até café da manhã tinha as vezes. O quê? Você nunca ouviu falar do café da manhã na Bunker? Pff: nunca mais tu fala isso!! Dentre pumbinhos e Alciones, imitações e voyeurismo, banhos de mijo e ovadas nos transeuntes, nos divertimos por anos a fio. Hoje só restam as histórias… Essa nostalgia nostálgica toda é pra explicar que lembrei de noitadas históricas na Bunker após ouvir Idioteque do Radiohead, no silêncio do meu lar me preparando para o show de amanhã (é, que na verdade é mais tarde, esse texto está sendo escrito ontem, entendeu? Hahaha) que eu não tinha nem comprado o ingresso até a manhã de quinta feira, esperando em Cristo que algum convitinho cortesia humildemente aparecesse. Em . Nunca apareceu, e eu tive que desembolsar a nobre pélinha suada da conta docente. Fazer o quê, né?

Nem precisou mostrar carteirinha de estudante pra comprar meia entrada, todo meu trabalho artesanal foi em vã, drogã.

Amanhã entonces, finalmente verei – ou tentarei ver – Thom Yorke e seus lindos olhos. Mas tu sabe porque o olho do cara é meio sinistro? Segundo a edição impressa da RS nacional de 17 de fevereiro do ano passado (pelo menos pra esse tipo de coisa ela serve), Thom tem esse charminho no olho esquerdo “devido a lesões por uma série de operações feitas durante a infância, e que agora fica parado numa linha descendente eterna”. Na verdade, ninguém liga pra isso, pelo menos não eu. ANFÃ, o que importa é que veremos os caras antes da banda se tornar falida.

Devo assistir da arquibancada, tou mei velha pra empurra-empurra. E não me considero uma fã da banda pra caralho. Gosto sim, aprecio todo o experimentalismo do Radiohead – não foi à toa que passei noites sem dormir tentando descobrir essa parada binária e todo o climão de suspense que o In Rainbows e todo o processo anterior ao lançamento me causou – geral sabe que gosto de coisas mais compactas, intimistas. Shows pequenos = público pequeno = fãs verdadeiros = maior aproveitamento e interação do artista com aquele puto que pagou pra ver o lance todo.

Matarei o trabalho total, espero que ninguém lá no meu trabalho leia meu blog, senão tou fudida. Quer dizer, pior do que está não vai ficar, então enquanto isso, me divirto.

Fui lá hoje, né, comprar meu ingresso. Um calor do caralho, fome, sono, sede. Mal pressentimento. Que na verdade não deu em porra nenhuma, deu tudo certo até demáz. Que a Apoteose é uma merda, não preciso nem falar. Nego não entende: gente, carnaval é carnaval. Show é show. Só quero ver se vou conseguir ouvir xilofones com efeito. Na verdade, eu queria ver, mas antes que eu me decepcione, já me aviso a mim mesma de antemão que não verei. Até mesmo porque decepções são amigas, depois de uma certa idade aprende-se muito com elas.

O show começa as 8, no convite tá que as porteiras abrem às 4. Imagina… Um sol da porra, nunca mais tu fala isso. Vou esperar os aleatórios me ligarem pra ver qual vai ser. Se ninguém ligar, foda-se também. Vou total, como sempre.

É isso. Bom show pra mim e morram todos vocês.

Isso mesmo, não é boato. Sublime e Faith No More estão de volta. Não que essas bandas tenham a ver em sonoridade, quê é isso. Mas pra matar dois coelhos com uma cajadada só, a gente lança duma vez.

Seguindo a onda Blink 182, as duas bandas divulgaram nesses últimos dias a volta dos que não foram.

O Faith No More, volta com a sua última formação que é provavelmente a melhor. Além disso, no comunicado oficial, eles deixam claro que não farão somente shows relembrando os antigos sucessos, mas como também abrirão as portas para novas idéias. A banda estourou nos anos 90 com o experimentalismo audacioso liderado pelo gênio Mike Patton que mantém fãs fieis até hoje nos seu projetos extremistas como Fantomas e Tomahawk entre outros.

Confira o vídeo  ao vivo para a sensacional música The World Is Yours, gravado no RJ, show de 1991.

Só de curiosidade, Robby Rosa (sim, o Menudo – “Não se reprima”) abriu ESTE show. Ô meu Brasil…

Falando em projetos  doidera do Patton, baixe esse som aí. Nem vou falar nada.

DOWNLOAD: The Qemists feat. Mike Patton – Long Weekend (The Qemists Got Your Money Remix)

(E olha que eu não falo todo dia que um drum n bass é foda não hein?!)

Já o Sublime, que (in)felizmente bombou nas rádios com o hit “Santeria” no fim dos anos 90, anunciou há um tempo no myspace da banda que faria um show de reunião. O tal show aconteceu dia 28 de fevereiro, com um cara chamado Rome no vocal. Digo “um cara” porque “o cara” do Sublime, Sr. Bradley Nowell, morreu de overdose antes da banda bombar. Rome mandou benzaço, confira aqui.

Como Brad tinha dentes tão bons?

Del Mar, a banda do batera, postou em seu blog o seguinte: “O Del Mar tocou no show na Cantina ontem a noite em Reno, foi maravilhoso e estava lotado. O que realmente foi matador foi a reunião do Sublime tocando com um novo vocal, Rome. Estamos super empolgados com Bud, Eric e Rome – Bud continua tocando com a Del Mar, e o Sublime náo tem nenhum plano de turnê ou qualquer outra coisa AINDA, mas manteremos vocês informados com o progresso deles.”

That’s how I learned the lesson
That everyone’s alone
Your eyes must do some raining
If you’re ever gonna grow
When crying don’t help, you can’t compose yourself
It’s best to compose a poem.
An honest verse of longing
Or a simple song of hope.

simples.

Vazou o “Mama, I’m Swollen”, tou em estado de torpor ainda.

http://www.mediafire.com/?t1zkjnjdiyd

Algumas observações rápidas:

* Hoje me dedicarei a esse disco pra ter uma opinião mais consistente, mas após essas três ouvidas que dei aqui, posso dizer seguramente que as minhas favoritas são respectivamente What Have I Done? (eu já sabia que essa fatalmente seria), I Couldn’t Love You e a completamente aleatória e  “punk”  In The Now.

* Mama, I’m Satan me parece que veio da xepa do Happy Hollow, tanto em letra quanto musicalmente falando.

*Com a exceção da linha vocal que a priore tá me lambrando bastante The Good Life, é  muito bom ouvir o Tim sussurar e gritar novamente.

*Nenhuma música cantada pelo Ted Stevens, o que é uma pena.

* Cello! Cello! Cello! Discretinho, mas tem.

*Esse novo baterista passou pelo meu crivo de avaliação, aprovado!

Deixa eu ouvir mais, depois eu falo o resto.

\o/

Tim, casa comigo?

Tim, casa comigo?

UPDATE: Só uma observação: hoje o dia tá florido, acabou de vazar o The Planets Are Blasted do Boston Spaceships -  banda do BOB POLLARD com o batera do Decemberists e o guitarra do Guided By Voices, subo depois. YAY!

UPDATE [2]: Novo link, aquele tiraram do ar: www.rapidshare.com/files/203827400/Cmis09.rar

=)

Cursive disponiblizou duas musicas do disco novo.  “From The Hips” e “I Couldn’t Love You” para nossa alegria. From The Hips arrepia da cabeça aos pés, a sensação que tive ao ouvir, me lembrou sensação que senti quando ouvi “The Martyr” pela primeira vez. Mama I’m Swollen tem lançamento previsto para o dia 10 de março via Saddle creek, é claro. Sintam o tracklist:

01. In The Now
02. From The Hips
03. I Couldn’t Love You
04. Donkeys
05. Caveman
06. We’re Going To Hell
07. Mama, I’m Satan
08. Let Me Up
09. Mama, I’m Swollen
10. What Have I Done?


Cara, as faixas que estão em negrito, eu já ouvi por aí e já conheço, é tudo muito bom. Mas essa última “What Have I Done” tá de sacanagem. Morra.

Para maiores informações, a comunidade do Cursive no orkut tá bombando (acho que eu sou a pessoa que mais fala lá… rs).

P.S.: Eu odeio o Bambo, ele vai assistir o Cursive am NY em poucos dias. Me prometeu uma camisa, vamos ver.

Pelo menos tocou Maritime.